"Tudo me é lícito, mas nem tudo me convém" Carta do Apóstolo Paulo aos Coríntios

"Tudo me é lícito, mas nem tudo me convém [...]". (Carta do Apóstolo Paulo aos cristãos. Coríntios 6:12) Tudo posso, tudo quero, mas eu devo? Quero, mas não posso. Até posso, se burlar a regra; mas eu devo? Segundo o filósofo Mário Sérgio Cortella, ética é o conjunto de valores e princípios que [todos] usamos para definir as três grandes questões da vida, que são: QUERO, DEVO, POSSO. Tem coisas que eu quero, mas não posso. Tem coisas que eu posso, mas não devo. Tem coisas que eu devo, mas não quero. Cortella complementa "Quando temos paz de espírito? Temos paz de espítito quando aquilo que queremos é o que podemos e é o que devemos." (Cortella, 2009). Imagem Toscana, Itália.















terça-feira, 13 de setembro de 2011

Platão (430 - 347) História da Filosofia

Platão em sua filosofia determinou algumas das ideias centrais do pensamento ocidental como as ideias políticas que aparecem nos escritos Diálogos e na República, nas teorias psicológicas que expõe em Fedro, na cosmologia de Timeu e na filosofia das ciências abordas na obra Teeteto.
Platão fundou a Academia de Atenas, escola onde estudou Aristóteles. Escreveu sobre diversos temas como epistemologia, metafísica, ética e política. Em seus diálogos um dos personagens freqüente é Sócrates de quem Platão foi discípulo. Em muitos momentos é difícil dividir o pensamento dos dois filósofos.
Em seus diálogos Platão utiliza diversos personagens históricos como Górgias, Parmênides e Sócrates para através de suas falas expor suas teorias filosóficas. Uma de suas teorias mais conhecidas é a das Ideias em que afirma que o mundo que conhecemos através dos cinco sentidos, o mundo sensível, é um mundo imperfeito e falho, mera sombra do real mundo das ideias. O Mundo das Ideias é muito superior ao mundo sensível. O mundo que sentimos é somente uma cópia apagada do mundo das ideias pois as ideias são únicas e imutáveis e as coisas do mundo sensível estão constantemente mudando. Esse pensamento aparece no livro República e é conhecida como Mito da Caverna. Para Platão a única forma para conhecermos a realidade inteligível é através da razão pois os nosso sentidos podem nos enganar.
Ele divide o mundo em três partes, na primeira estão os objetos perceptíveis pelos sentidos. Na segunda estão as coisas que não podem ser percebidas pelos sentidos mas podem ser entendidos pelo espírito humano como a matemática e a geometria. Na terceira parte de sua divisão Platão coloca as ideias superiores como a virtude e a justiça que somente podem ser conhecidas pela inteligência através da utilização de outras ideias.
Platão escreveu ainda sobre diversos assuntos como a melhor forma de governo e sobre o Estado, para ele a sociedade deveria ser dividida em três partes que correspondem e se relacionam com a alma dos indivíduos. A primeira parte é a vontade ou o apetite e corresponde aos trabalhadores braçais. A segunda parte é a do espírito e é relacionada aos guerreiros e aventureiros que tem que ser destemidos, fortes e espirituosos. A terceira parte é reservada aos filósofos e aos governantes, é a parte da razão e é reservada aos inteligentes e racionais, qualidades essas mais apropriadas para indivíduos que vão tomar decisões representando toda sociedade. É portanto a razão e a sabedoria que devem governar, os filósofos devem governar como reis ou os reis devem ser filósofos para governar com racionalidade.
Em seu escrito A República Platão descreve a maneira que se pode passar de um regime político a outro e classifica os regimes de governo em cinco formas: 1- O governo dos filósofos ou aristocracia que ele define como o governo dos mais capazes. Esse é para ele o regime perfeito pois corresponde ao ideal do filósofo-rei que reúne poder e sabedoria em uma só pessoa. Esse regime é seguido por quatro regimes imperfeitos: 2- A timocracia, regime fundamentado sobre a honra; 3- Oligarquia, fundamentado sobre a riqueza; 4- Democracia que se fundamenta sobre a ideia de igualdade e 5- Tirania que se funda no desejo do tirano e representa o fim da política porque nele são abolidas as leis.
Sobre Epistemologia Platão elabora a teoria da reminiscência segundo a qual aprender é recordar-se. Para ele as ideias são imutáveis, eternas, incorruptíveis e não criadas, estas ideias estão hospedadas no hiperurânio que está localizado num mundo supra-sensível. Esse mundo é parcialmente visível para as almas que estão desligadas do próprio corpo. Quando nossa alma estava desligada do nosso corpo ela viu e conheceu as ideias do hiperurânio e quando entraram novamente em um corpo, reencarnando-se, nossa alma esqueceu a visão que teve das ideias. O trabalho do filósofo é fazer com que as pessoas recordem dessas ideias através do diálogo. Mas é impossível aos seres humanos conhecer completamente o mundo das ideias que é acessível somente aos deuses, o melhor conhecimento a que os humanos conseguem atingir é o conhecimento filosófico, o amor pelo saber e a incansável busca da verdade. Para Platão o homem tem necessidade de conhecimento e ele não teria necessidade de conhecimento se não tivesse visto nunca esse conhecimento. O homem busca o conhecimento porque ele não o tem mais, porque ele o perdeu.
O mito é uma forma de conhecimento inferior à filosofia porque é baseado sobre a intuição que não tem como ser demonstrada. E a ciência é um saber inferior porque necessita ser demonstrada e porque é baseada sobre hipóteses, mas na falta de conhecimentos melhores mesmo o mito e a ciência são conhecimentos que podem ser utilizados pelos filósofos para alcançar as ideias. O único conhecimento que o filósofo não pode aceitar é a opinião.
Na questão ética Platão liga beleza e bondade, tudo aquilo que é belo é também verdadeiro e bom e vice-versa. É a beleza das ideias que atraem a inteligência do filósofo e o bem, também por ser belo, atrai a sabedoria.
O amor para Platão é uma forma de delírio divino que se manifesta no afeto à uma pessoa a um objeto ou até mesmo à uma ideia. Esse afeto é acompanhado da ideia de que a satisfação desse desejo pode ser uma forma de elevar a existência. Ele distingue o amor através das suas diferentes finalidades condenando o amor carnal e exaltando o amor pela sabedoria que é expresso pela filosofia que contempla o verdadeiro belo. O amor é o desejo de beleza e ela é desejada porque ela é o bem que torna as pessoas felizes. A primeira beleza que aparece é a beleza do corpo, em seguida vem a beleza de todos os corpos, acima dela está a beleza da alma que é inferior à beleza das leis e das organizações humanas, acima dela está a beleza das ciências e acima de tudo está a ideia de beleza, é a beleza em si que é eterna e fundamenta todas as outras belezas. O amor é ainda insuficiência pois ele deseja qualquer coisa que não tem e ele deseja essa coisa porque ele precisa dessa coisa e se ele precisa de algo é porque ele é imperfeito.
Outro ponto importante da filosofia de Platão é a questão da justiça pois para ele nenhuma sociedade pode manter-se sem justiça. A justiça é o que fundamenta o estado e ela acontece quando os cidadãos pertencentes a um estado cumprem a tarefa que pertence a cada um deles. A justiça é o que une o estado, ela é a união do indivíduo com o estado. Para que o estado seja justo devem ser cumpridas duas condições, a primeira é a eliminação da riqueza e da pobreza e a segunda é o fim da vida familiar dando às mulheres igualdade de participação no estado. Os filhos seriam criados pelo estado que assim seria uma única e grande família.
Platão acreditava que o papel do filósofo é amar conhecer todas as coisas e não somente algumas coisas e somente é possível conhecer as coisas que são pois o que não é, não é também cognoscivel. O ser é a ciência que é o verdadeiro conhecimento e o não ser é a ignorância. A opinião é o meio termo entre o conhecimento e a ignorância. A arte imitativa, como a pintura e a poesia, são condenáveis por serem somente ilusões. A pintura representa uma imitação de uma pequena parte da aparência dos objetos e a poesia vai representar somente uma parte da alma que são as emoções. Ambas são imitações incompletas e de pouco valor.

Sentenças :
- Buscando o bem de nossos semelhantes encontramos o nosso.
- Cada lágrima nos ensina uma verdade.
- Quando a multidão exerce a autoridade, ela é mais cruel do que os tiranos.
- Existe somente um tipo de virtude, de maldades existem muitos tipos.
- Onde reina o amor, sobram as leis.
- O corpo é a prisão da alma.
- O homem sábio vai querer estar sempre com quem seja melhor que ele.
- Aquele que aprende e não pratica o que sabe é como o que ara e não semeia.
- Frio e enfadonho é o consolo que não vem acompanhado de algum remédio.
- A conquista própria é a maior das vitórias.
- Filosofia é a ciência dos homens livres.
- Liberdade é ser dono da própria vida.
- A música é para a alma o que a ginástica é para o corpo.
- A pobreza não vem da diminuição das riquezas, mas da multiplicação dos desejos.
- Os amigos se convertem com freqüência em ladrões do nosso tempo.
- Um dos castigos por recusarmos a participar da política é que seremos governados por homens inferiores a nós.
- Não conheço um caminho infalível para chegar ao sucesso, mas existe um caminho seguro para o fracasso: querer contentar a todos.
- Somente os mortos viram o fim da guerra.
- Uma vida sem pesquisa não é digna de ser vivida pelo homem.

Fonte: Arildo Luiz Marconatto - www.sofilosofia.com.br

23 comentários:

  1. Prezados alunos, boa tarde!

    Resumindo:
    - A Filosofia de Platão floresce a partir dos ensinamentos de Sócrates, cuja influência pode ser vista principalmente nos diálogos.

    - Sua concepção Filosófica tem como cerne o desenvolvimento da teoria das Formas/Ideias.

    - Para Platão, a Filosofia é uma educação da alma para compreensão da verdade e o agir político.

    - O mito da caverna refere-se à situação do homem que deve ultrapassar sua condição inicial de ignorância rumo ao conhecimento filosófico.


    Após a leitura do texto sobre Platão, pensemos em algumas questões:

    1. Qual a relação entre o pensamento de Sócrates e Platão?

    2. Por que, segundo Platão, o conhecimento das coisas sensíveis não é suficiente?

    3. Como é descrita a realidade no mito da caverna?

    Bom trabalho!

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  2. Dayene e Yuka -3°EM13 de setembro de 2011 11:27

    1 - Ambos possuem a mesma linha de pensamentos, visto que Platão teve seus estudos de filosofia baseados nos de Sócrates, já que era seu discípulo.

    2 - Porque, segundo ele, as nossas emoções podem nos enganar, nos prende a algo que pode não ser real e muitas vezes faz com que ignoremos a razão, que devia ser seguida sempre em primeiro lugar.

    3 - No Mito da Caverna, Platão faz com que imaginemos que a realidade está em um lugar que ignoramos ou não temos coragem de descobrir, visto que estamos presos, acorrentados como diz ele, a falsos mitos e crenças.

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  3. Raíssa L. Bertasi e Nicole C. Silva13 de setembro de 2011 11:39

    1) Platão era discipulo de sócrates e seus pensamentos eram tão parecidos que as vezes não podiam ser diferenciados. No entanto, está vinculado a ideia, propriamente dita e a opinião. Há oposição entre essas duas questões, pois a opinião não passa de um "achismo", ou seja, era necessário ter ideias racionais e filosoficas.

    2) Pois para Platão: "O mundo que sentimos é somente uma cópia apagada do mundo das ideias, pois as ideias são únicas e imutáveis e as coisas do mundo sensível estão constantemente mudando".

    3) A partir do momento que Sócrates sai da caverna, se depara com uma realidade surpreendente e inimaginável, assim como quando os humanos se libertam da ignorância (que no caso, seriam as correntes que os prendem nas cadeiras, dentro da caverna).
    Após este contato, Sócrates volta ao mundo ipotético, com objetivo de compartilhar a realidade descoberta. Mas, devido aos obstáculos para se libertarem das correntes, muitas das outras pessoas preferiram permanecer onde estavam.


    3°EM Colégio Ser!

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  4. 1- Qual a relação entre o pensamento de Sócrates e Platão?

    A relação existente é que Platão fundou a Academia de Atenas, tendo sido aluno de Sócrates, ambos têm o pensamento muito próximo, porém, aquele que começou mesmo o diálogo foi Platão, usando personagens históricos como: Górgias, Parmênides e Sócrates, para através de suas falas expor suas teorias filosóficas.

    2. Por que, segundo Platão, o conhecimento das coisas sensíveis não é suficiente?

    O conhecimento das coisas sensíveis não é o suficiente, pois, muitas vezes elas nos traem, enganando nossos sentidos, assim a única coisa da qual podemos contar atualmente é a nossa inteligência, onde essa nunca vai nos trair, pois a usamos para perceber o que há ao nosso redor.

    3. Como é descrita a realidade no mito da caverna?

    Para Platão a única forma para conhecermos a realidade inteligível é através da razão, pois os nossos sentidos podem nos enganar.
    O Mito da Caverna tem a realidade descrita como uma realidade “falsa”, pois tudo o que era enxergado era apenas sombras, não a realidade e, é muito perigoso contradizer essa realidade, pois aquele a contraria pode ser entendido como louco ou até mesmo um reformista, tentando mudar a realidade já proposta por alguém já há algum tempo.

    Mateus Martins 3º EM

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  5. 1- A relação entre o pensamento de Platão e Sócrates é que, Platão foi discípulo de Sócrates, sendo assim Platão adotou algumas ideias de Sócrates.

    2- Quando pensamos baseados em nossas emoções, deixamos de pensar racionalmente, e às vezes acabamos fazendo coisas que racionalmente não faz nenhum sentido. Então se pensarmos de acordo com nossos sentimentos, poderemos nos enganar e deixar de perceber coisas essenciais.

    3 - No mito da caverna, percebemos que a realidade existe, mas poucos conseguem viber na realidade. Muitas pessoas não querem enchergar a verdade por medo do desconhecido, por medo de dar tudo errado. Mas não devemos ter medo, porque a realidade pode estar só a alguns metros de nós e mesmo assim sermos incapazes de percebe-la.

    Camila L. Linares 3º EM

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  6. 1.Platão usava Sócrates como um personagem para expor suas teorias filosóficas, que praticamente tiveram raizes em Sócrates já que Platão foi seu discípulo.

    2.Porque segundo Platão o conhecimento das coisas sensíveis é algo ilusório que pode nos enganar facilmente.

    3.No mito da caverna, quando alguem sai da caverna e vê a realidade do mundo fora dela e volta para tentar apresentar para as pessoas de dentro da caverna eles se espantam, pois a realidade deles era diferente, assim Platão descreve a realidade como algo desconhecido, "o que é para um é diferente para outro".

    Onei de Barros Neto ~~ 3º EM

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  7. Isabella Geronutti e Isadora Sindy - 3° EM13 de setembro de 2011 12:10

    1) Como já em Sócrates, assim em Platão a filosofia tem um fim prático, moral; é a grande ciência que resolve o problema da vida. Mas diversamente de Sócrates, que limitava a pesquisa filosófica, conceptual, ao campo antropológico e moral, Platão estende suas ideias ao campo metafísico e cosmológico, isto é, a toda a realidade.

    2)Segundo Platão, no mundo sensível as ideias estão em constante mudança, nada é concreto, nada é certo. E por isso não é suficiente, pois para Platão, só será suficiente quando as ideias forem concretas, independente da ação do homem. É um mundo onde tudo é imutável, e as coisas não são passíveis de mudança.

    3) No mito da caverna, as pessoas viviam acorrentadas a um mundo ilusório, onde não tinham conhecimento nenhum de um mundo externo a aquele em que viviam. Um dos homens ao criar forças e sair da caverna, descobre uma realidade diferente, onde a racionalidade existe. Após essas descobertas decide voltar a caverna e contar aos seus companheiros suas novas descobertas, mas eles estavam tão agarrados a suas próprias ignorâncias que não acreditavam na existência de um mundo externo. Para Platão nós podemos ser enganados pelo mundo sensível, pois para ele a única forma de comprovarmos nossas ideias é através da razão.

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  8. 1- Platão, sendo considerado um discípulo de Sócrates, herdou dele a prática dos diálogos nos quais discutia suas idéias junto a outros filósofos, sendo muitas dessas idéias advindas de Sócrates e posteriormente aprimoradas por Platão, como por exemplo, a condição natural de ignorância do homem pela qual o homem apenas conhece o mundo das coisas, que é palpável porém é mutável apenas uma fraca extensão do mundo das idéias, onde se habita o conhecimento verdadeiro e imutável e, a crítica a opinião e aos preconceitos ao se buscar o verdadeiro conhecimento (o mundo das idéias) pois a opinião baseia-se na experiência tida a partir das coisas do mundo sensível.
    2- Segundo Platão, é insuficiente porque o mundo das coisas sensíveis é mutável, está em constante processo de transformação, além de os nossos próprios sentidos nos enganarem. Por isso não servem para alcançar o verdadeiro conhecimento, sendo então o mundo das coisas sensíveis uma pequena extensão palpável do mundo das idéias, que é sim, imutável.
    3- Platão descreve a realidade como sendo o homem naturalmente ignorante, estando preso às suas opiniões errôneas sobre a verdadeira realidade, opiniões estas construídas sobre imagens distorcidas desta realidade considerada verdadeira, que é aquela racional, do mundo do conhecimento, o qual para alcançá-la o homem deve esforçar-se para sair daquela condição de ignorância.

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  9. 1) Ambos possuem praticamente a mesma linha de pensamento, pelo fato de Platão ser discípulo de Sócrates, ele apenas aprofundou mais as ideias de seu "mestre".

    2)Pois muitas vezes, nossa emoções e sensações podem nos enganar fazendo com que esquecemos do verdadeiro conhecimento vindo muitas vezes da razão!

    3)Platão descreve a realidade como sendo algo desconhecido e temido pelos humanos, porque muitas vezes os homens deixam de desfrutar de um mundo racional pois ficam presos aos seus sentimentos, como o medo, que nos enganam facilmente!

    Rebeca Rossetti 3º EM

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  10. 1)Ambos seguem a mesma linha de pensamento tendo em vista que Platão fora um discípulo de Sócrates...

    2)Porque, nós nos prendemos as emoções e somos enganados por ela... Ignorando a Razão e nos prendendo a algo não real.

    3)Segundo o mito das cavernas o homem está como disse Platão, acorrentado; preso a falsas crenças... Sendo assim, o homem tem medo do desconhecido, medo do novo, medo do que esse “novo”, que é a realidade, pode proporcionar à sociedade em questão, então o homem prefere ignorar a realidade e continuar à “viver na escuridão”.


    VALTER NICOLAU NÓBREGA PRESTES DE OLIVEIRA 3°EM
    N°24

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  11. 1- Os dois possuem a mesma linha de raciocinio já que Platão teve seus estudos de filosofia aplicados nas ideias de Sócrates, já que era seu discípulo.
    2-pois segundo ele, nossas emoções podem nos enganar, pois muitas vezes agimos mais com a emoção do que com a razão, o que muitas vezes nos prejudica pois a emoção é algo muito abstrato
    3- o homem está preso a um mundo que ele conheçe, e teme o desconhecido,simplesmente por não o conhecer

    Felipe Pagliato 3ºEM

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  12. 1 - Ambos os pensamentos seguem a mesma essência filosófica, pois Platão foi discípulo de Sócrates;

    2- Platão reconhece o pensamento lógico como o único capaz de compreender a realidade, já que, segundo ele, a abstração pode gerar concepções falhas do mundo natural e da sociedade humana;

    3- No mito da caverna, o homem teme o que ainda não conhece. Ele prefere sua zona de conforto a enfrentar a racionalidade que governa os fatos, mesmo que suas ideias tracionais sejam errôneas ou contraditórias.

    Victor Sérgio Vasconcelos Saker - 3ºEM Colégio Ser!

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  13. 1. Platão aprofundou a filosofia de Sócrates, mas os dois seguem o mesmo pensamento.
    2. Pois para Platão: a única forma para conhecermos a realidade é através da razão pois os nosso sentidos podem nos enganar.
    3. O mito da caverna consiste em descobrirmos e não termos medo de sempre encarar a realidade e, principalmente, conviver com ela.



    Carolina Gomes Gil, 3 EM

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  14. 1- Platão, por ser discípulo de Sócrates, herda uma grande influência dos ensinamentos de Sócrates, que são aplicados na sua Filosofia, essa influência é vista na valorização do diálogo racional e do uso da palavra a serviço da Filosofia.

    2- Porque, segundo Platão, é necessária uma explicação racional dos sentidos para que possamos encontrar uma definição única, de tal maneira que ela não possa ser aplicada a nenhuma outra coisa.

    3- A realidade é descrita como aquilo que está fora da caverna, isso quer dizer que ela não está presente no mundo das ideias e somente no mundo sensível.

    Maria Carolina Moraes - 3ºEM

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  15. Cara professor Marilia Coltri, sugiro a utilização da ferramenta Laifi: www.laifi.com para trabalhar com seus alunos, é muito mais prático.
    Professor Arildo

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  16. 1. Qual a relação entre o pensamento de Sócrates e Platão?
    Platão era discipulo de Socrates e por isso os dois tem uma mesma linha de pensamento.
    2. Por que, segundo Platão, o conhecimento das coisas sensíveis não é suficiente?
    Porque, segundo Platão, quando pensamos baseados em nossas emoções, deixamos de pensar na razão, e as vezes fazemos algo que não tem nada haver com a nossa realidade. E deixamos de lado a razão que deveria ser seguida em primeiro lugar.
    3. Como é descrita a realidade no mito da caverna?
    Quando Platão sai da caverna ele se depara com um mundo totalmente novo e surpreendente para ele, uma nova realidade se configura em sua vida e ele encontra a "verdade" e quando volta e conta para os outros ele é taxado como "louco".

    Bruna Hakim e Isabela Gonzales 3ºEM

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  17. Qual a relação do mito da Caverna com o texto de Jaime Rubio Angulo " A filosofia e o cotidiano "

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  18. 1- Platão tinha Sócrates como discípulo, então, ambos têm o mesmo pensamento.
    2- Pois as coisas sensíveis, segundo Platão, podem nos enganar.. Assim devemos usar a razão.
    3- No Mito Da Caverna, há pessoas sem contato com a realidade.. Quando Platão sai da caverna, ele se encontra em um mundo totalmente diferente e volta para contar para as pessoas que permaneceram na caverna.
    Quando Platão conta como é o mundo "verdadeiro", as pessoas não acreditam,o caracterizando como "louco"

    Fernanda Scareli - 1°EM Tesla

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  19. Matheus Borba 1 Tesla22 de agosto de 2012 13:25

    1- Os dois tinham praticamente o mesmo pensamento
    2- para platao a unica forma para conhecermos a realidade é através da razão, pois os nosso sentidos podem nos confundir
    3- na caverna, as pessoas nao fazem ideia de como é a realidade, e quando platao sai, ve o mundo como realmente é, entao volta para contar para os outros, mas as pessoas nao acreditam e chamam ele de louco

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  20. 1-devido á grande influencia de Sócrates á Platão por este ser seu discípulo, eles tinham ideias iguais , o que deixa implícito também que Platão admirava muito Sócrates como pensador.
    2-porque através da emoção fechamos nossos olhos para não se chocar com a realidade, deixando a razão ou realidade de lado, assim enganamos a nos mesmos. 3-a realidade no mito da caverna é descrita no começo 'difícil' de se conformar e de choque até, tanto que Platão ao contar aos outros de uma outra parte da realidade na qual eles não tinham conhecimento próprio , negando a si mesmo de acreditar , e simplesmente aceitar o fato de viver naquela realidade limitada Isabela Ravacci 1°Tesla

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  21. 1)Eles tinham praticamente o mesmo pensamento.
    2)As nossas emoções podem nos confundir, então é melhor confiar na razão.
    3)Na caverna as pessoas desconhecem o mundo a fora então quando Platão sai e encontra a realidade ele volta para contar como é, ninguém acredita e o chamam de louco

    Lucas Camargo - 1° tesla

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  22. 1- eles possuem a mesma linha de pensamento.
    2- eles dizem que muitas vezes nossas emoções nos enganam.
    3- o mito diz que muitas vezes temos medo de descobrir ou enxergar a realidade.
    Fernanda Gomes - primeiro ano tesla. Colegio ser

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  23. Platão e Sócrates tinham pensamentos e idéias extremamente ligadas, uma vez que todo os ensinamentos de plantão vem de Sócrates. São de tal forma ligados que por vezes era difícil a diferenciação.
    Para Sócrates o nosso mundo é uma 'sombra' realidade, o nosso mundo é irreal já que os sentimentos influenciam e as coisas são imutáveis, no nosso mundo as coisas se alterao ao todo instante e o único jeito de chegar ao mundo ideal seria abandonando o corpo.
    O mito da caverna se baseia no medo humano do que nao conhecemos, da vontad buscar resposta e ao mesmo tempo o medo de abandonar a ignorância.
    Rhaisa e Raphaella Mattar, 1 ano tesla

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