"Tudo me é lícito, mas nem tudo me convém" Carta do Apóstolo Paulo aos Coríntios

"Tudo me é lícito, mas nem tudo me convém [...]". (Carta do Apóstolo Paulo aos cristãos. Coríntios 6:12) Tudo posso, tudo quero, mas eu devo? Quero, mas não posso. Até posso, se burlar a regra; mas eu devo? Segundo o filósofo Mário Sérgio Cortella, ética é o conjunto de valores e princípios que [todos] usamos para definir as três grandes questões da vida, que são: QUERO, DEVO, POSSO. Tem coisas que eu quero, mas não posso. Tem coisas que eu posso, mas não devo. Tem coisas que eu devo, mas não quero. Cortella complementa "Quando temos paz de espírito? Temos paz de espítito quando aquilo que queremos é o que podemos e é o que devemos." (Cortella, 2009). Imagem Toscana, Itália.















quinta-feira, 12 de novembro de 2015

JEAN-JACQUES ROUSSEAU

Jean Jacques Rousseau (1712-1778) foi um importante intelectual do século XVIII para se pensar na constituição de um Estado como organizador da sociedade civil assim como se conhece hoje. Para Rousseau, o homem nasceria bom, mas a sociedade o corromperia. Da mesma forma, o homem nasceria livre, mas por toda parte se encontraria acorrentado por fatores como sua própria vaidade, fruto da corrupção do coração. O indivíduo se tornaria escravo de suas necessidades e daqueles que o rodeiam, o que em certo sentido refere-se a uma preocupação constante com o mundo das aparências, do orgulho, da busca por reconhecimento e status. Mesmo assim, acreditava que seria possível se pensar numa sociedade ideal, tendo assim sua ideologia refletida na concepção da Revolução Francesa ao final do século XVIII.

A questão que se colocava era a seguinte: como preservar a liberdade natural do homem e ao mesmo tempo garantir a segurança e o bem-estar da vida em sociedade? Segundo Rousseau, isso seria possível através de um contrato social, por meio do qual prevaleceria a soberania da sociedade, a soberania política da vontade coletiva.

Rosseau percebeu que a busca pelo bem-estar seria o único móvel das ações humanas e, da mesma, em determinados momentos o interesse comum poderia fazer o indivíduo contar com a assistência de seus semelhantes. Por outro lado, em outros momentos, a concorrência faria com que todos desconfiassem de todos. Dessa forma, nesse contrato social seria preciso definir a questão da igualdade entre todos, do comprometimento entre todos. Se por um lado a vontade individual diria respeito à vontade particular, a vontade do cidadão (daquele que vive em sociedade e tem consciência disso) deveria ser coletiva, deveria haver um interesse no bem comum.


Este pensador acreditava que seria preciso instituir a justiça e a paz para submeter igualmente o poderoso e o fraco, buscando a concórdia eterna entre as pessoas que viviam em sociedade. Um ponto fundamental em sua obra está na afirmação de que a propriedade privada seria a origem da desigualdade entre os homens, sendo que alguns teriam usurpado outros. A origem da propriedade privada estaria ligada à formação da sociedade civil. O homem começa a ter uma preocupação com a aparência. Na vida em sociedade, ser e parecer tornam-se duas coisas distintas. Por isso, para Rousseau, o caos teria vindo pela desigualdade, pela destruição da piedade natural e da justiça, tornando os homens maus, o que colocaria a sociedade em estado de guerra. Na formação da sociedade civil, toda a piedade cai por terra, sendo que “desde o momento em que um homem teve necessidade do auxílio do outro, desde que se percebeu que seria útil a um só indivíduo contar com provisões para dois, desapareceu a igualdade, a propriedade se introduziu, o trabalho se tornou necessário” (WEFFORT, 2001, p. 207).

Daí a importância do contrato social, pois os homens, depois de terem perdido sua liberdade natural (quando o coração ainda não havia corrompido, existindo uma piedade natural), necessitariam ganhar em troca a liberdade civil, sendo tal contrato um mecanismo para isso. O povo seria ao mesmo tempo parte ativa e passiva deste contrato, isto é, agente do processo de elaboração das leis e de cumprimento destas, compreendendo que obedecer a lei que se escreve para si mesmo seria um ato de liberdade.

Dessa maneira, tratar-se-ia de um pacto legítimo pautado na alienação total da vontade particular como condição de igualdade entre todos. Logo, a soberania do povo seria condição para sua libertação. Assim, soberano seria o povo e não o rei (este apenas funcionário do povo), fato que colocaria Rousseau numa posição contrária ao Poder Absolutista vigente na Europa de seu tempo. Ele fala da validade do papel do Estado, mas passa a apontar também possíveis riscos da sua instituição. O pensador avaliava que da mesma forma como um indivíduo poderia tentar fazer prevalecer sua vontade sobre a vontade coletiva, assim também o Estado poderia subjugar a vontade geral. Dessa forma, se o Estado tinha sua importância, ele não seria soberano por si só, mas suas ações deveriam ser dadas em nome da soberania do povo, fato que sugere uma valorização da democracia no pensamento de Rousseau.



Paulo Silvino Ribeiro
Colaborador Brasil Escola
Bacharel em Ciências Sociais pela UNICAMP - Universidade Estadual de Campinas
Mestre em Sociologia pela UNESP - Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho"
Doutorando em Sociologia pela UNICAMP - Universidade Estadual de Campinas

85 comentários:

  1. Para Jean, o homem nasce naturalmente bom, no mesmo estado de graça do casal original da Bíblia. Ele identifica o mal com a necessidade que o homem tem de criar novas necessidades, que são fontes de outras privações; com a desigualdade, que é fruto da propriedade privada; e com a escravatura, mesmo no sentido do rei absoluto.
    ao contrário de Hobbes, dizia que o governo não está estabelecido para evitar a guerra de todos contra todos, mas que o governo ” é um corpo intermediário estabelecido entre os súditos e o soberano para sua mútua correspondência, encarregado da execução das leis e da manutenção das liberdades, tanto civil quanto política.”
    Sobre o famoso Contrato Social, quem lê o livro ficará decepcionado porque Rousseau fala pouco sobre ele. No fim do livro ele quase que delira em atacar a Igreja Católica. Parece que ele escreveu toda a parte anterior sobre o contrato apenas para, no fim, destinar sua arenga contra a igreja. O livro é muito ruim e sua tese na verdade só pode ser abraçada por tiranos.

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  2. As pessoas não são más
    A vida as torna más.
    O que as torna más é a própria junção de tudo aquilo que necessariamente também pode torna-las loucas.
    Com a sociedade que temos a séculos, capitalizada, industrializada, globalizada e moralmente corrompida. É impirico que alguém se torne ou um sociopata ou alguém perturbadamente insano Rousseau explica isso de uma forma relativamente simples.
    Também podemos observar isso na metafísica dos costumes. Onde se discutem tendências sociais as quais estamos pré dispostos a nós submeter para: ter um emprego, uma casa, ganhar dinheiro e coisas assim. É isso se for levado ao pe da letra e transformar-nos em meros robôs vendidos a um sistema falido que não se sustenta por si só. Acabamos por enlouquecer ou nos tornar tudo aquilo que é tudo como anormal ou socialmente inaceitável.

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  3. Para Rousseau todos nós nascemos bons e livres, mas com o decorrer da vida somos levados a tomar atitudes que nos corrompem, o que faz com que fiquemos escravos de nossas próprias necessidades. Para solucionar tal problema, ele propôs que deveria prevalecer a soberania política da vontade coletiva, o que seria uma opção para manter a segurança e o bem-estar da vida em sociedade.

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    1. Thais Nunes do Espírito Santo nº47 Publicidade e Propaganda

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  4. Rousseau ja dizia que as pessoas nunca nasciam más.
    Sempre defendeu que as pessoas nascem boas e o que as corrompe são os parâmetros e os padrões sociais das quais ela já é compelida a viver desde bebê. Todos estão sempre a procura de algo. Não importa o que seja. Mas tudo isso, junto a como a sociedade contemporânea a caminha, sempre forçando as pessoas a serem quem elas não são, alterando seu caráter para algo aceitável no para geral e fazendo uso de doutrinas opressoras padronizadas. Isso acaba fazendo com que um indivíduo perfeitamente são, vá aos poucos perdendo a sanidade. Juntamente com seu caráter e a sua personalidade para em troca ser colocado um fantoche de alguém que antes foi/nasceu são.
    Isso é perfeitamente explicado pelo filosofo que além de explicar, incita a pessoa a fugir disso de todas as formas possíveis.

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  5. Ana Paula Casagrande N05 - 2º PP

    Rosseau defendeu que todos os homens nascem livres, e a liberdade faz parte da natureza do homem, assim como o sentimento de compaixão natural um pelos outros. Também argumentava que o homem é produto do meio, ou seja, nascemos bons por natureza e somos corrompidos pela sociedade ao longo de nossas vidas, que conforme a sociedade evolui , nos obriga a ser quem realmente não somos, nós tornando pessoas com sentimentos ruins e sem piedade.

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  6. Rousseau deixou claro sua posição sobre o ser humano: nascemos livres, mas as atitudes que escolhemos exercer nos corrompem, de forma que ficamos acorrentados às próprias ações e vontades. Seu método de pensamento político não fora apoiado por muitos, e consideravelmente poderia, já que ele impunha que o povo deveria ficar acima do rei, ser soberano à este.

    Gabriela Prado Nº 20
    2º semestre de Jornalismo

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  7. Rousseau foi um importante filósofo, teorico politico e escritor, ele defendia por si que todo ser humano tem direito a liberdade, suas ambições e também desejos. Ele afirma também que a sociedade funciona como um pacto social, onde os individuos, organizados em sociedade. Ele tinha frases como ''O ser Humano verdadeiramente livre apenas quer que o que pode e faz lhe agrada''.

    Marília Gabriela Contim N37
    2 Semestre
    Publicidade e Propaganda

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  10. Alan Cardozo N01 2 semestre PP

    Para Rousseau , o homem sempre possuiu uma liberdade natural para ser quem ele deseja ser! Porém ele foi um grande filósofo , que defendia a total liberdade do ser humano (Homem). A sociedade em seu pensamento funciona como um pacto social para Rousseau , onde era cada um por si!

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  11. Gabriela de Campos - Publicidade e Propaganda - nº 53 - 2º Semestre

    Jean Jacques Rousseau foi um homem de visão, para ele as pessoas nascem boas, porém essa bondade é corrompida pela sociedade. Ele teve a base de pensamento que leva a constituição de um Estado como organização da sociedade civil como nos hoje vemos.
    São as necessidades impostas pela sociedade que fazem de escravos e os colocam no padrão de sociedade ideal, como podemos fazer ligação com a Revolução Francesa, XVIII. O quesito liberdade em segundo Rousseau, era que para ser preservada a liberdade natural ao mesmo tempo não atrapalhando a vida em um grupo, na sociedade, deverão ser estabelecido um contrato social, que deveria deixar claro a soberania da sociedade.
    A soberania política seria analisada confirme a vontade de toda população, e para uma boa convivência, os interesses comuns poderia fazer as pessoas se relacionarem melhor. A necessidade de ter o padrão da justiça, a instituição de paz é preciso para uma boa convivência na sociedade, sendo assim podemos relaciona que a sociedade privada por diferenciar as pessoas seria uma forma de desigualdade, a sociedade civil e o começo da preocupação com a aparência.
    Entrando o homem acaba de moldando de forma que foge dos na natureza boa que vem de sua nascença e para se encaixar na sociedade muda-se seu jeito, surge a desigualdade e iniciasse a sociedade em estado de guerra.

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  12. Maria Victória Gomes - Publicidade e Propaganda - nº 58 - 2º semestre.

    Para Jean-Jacques Rousseau todo ser humano nasce com uma liberdade natural e o mesmo é sempre bom, mas com o passar dos anos e por conta da sociedade em qual vivemos somos levados a tomar atitudes que nos corrompem, o que faz não sermos totalmente bons, com isso já nos corrompemos pelas coisas do mundo, onde lutamos para ter algo melhor com isso ficamos escravos das nossas próprias necessidades.E para solucionar tal problema, Rousseau propôs que deveria prevalecer a soberania política da vontade coletiva (como um todo), o que seria uma opção para manter a segurança e o bem-estar da vida em uma sociedade.

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  13. Júlio César da Silva - n° 31 - 2° Sem. Publicidade e Propaganda

    Segundo Rousseau, o homem nasce bom mas a sociedade o corrompe, nasce livre mas se torna prisioneiro de si mesmo, com sua vaidade, preocupação com a aparência, status e reconhecimento.Contudo, para Rosseau era possível o homem ser livre e ao mesmo tempo ter sua segurança e bem estar garantido na sociedade, isso se daria através de um contrato social, onde seria assegurado a igualdade e justiça entre todos e se o desejo de um interferisse no bem estar dos demais, tal indivíduo não teria sua vontade realizada. Outro ponto importante a se citar era que para Rosseou o sobrenado é apenas um funcionário do povo, ideal esse que seria contrário ao poder absolutista vigente na Europa de seu tempo.

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  14. Daniele dos Santos Costa n° 63 Publicidade e Propaganda 2° Semestre

    Rousseau acreditava que o homem nascia bom e a sociedade o corromperia a partir da preocupação com o mundo das aparências.
    Desta maneira, Rousseau se perguntava como seria possível preservar o bem-estar de todos e a liberdade.
    O Contrato Social foi estabelecido para este propósito, onde o ser humano poderia ganhar sua liberdade civil que seria fruto do cumprimento das leis.
    Ou seja, a liberdade estaria presente na alienação da vontade particular, para que o povo se tornasse soberano e tomasse para si a vontade coletiva, sendo assim um conceito próximo a democracia.

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  15. Aline Augustinho n°04, 2° semestre de PP


    Para Rousseau, o princípio fundamental da boa educação é estimular na criança o prazer de amar as ciências e seus métodos. E aos mestres cabiam incitar esses sentimentos.

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  17. Evandro França 2° Semestre de Publicidade e Propaganda N° 17

    Para Rousseau, os cidadãos devem se submeter à vontade geral, que é soberana. Uma vez firmado o contrato, todos devem obedecer o que ficou deliberado por todos, não somente por uma maioria.

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  18. Rousseau acreditava que todos nós nascíamos livres mas com o tempo aconteciam coisas que nos faziam corromper.
    Para que houvesse igualdade social poderia ter um contrato, mas logo aprenderíamos que um necessita trabalhar para o outro e isso não daria certo.
    Então ele propôs que deveria prevalecer a soberania politica.

    Raissa Nunes n°14 - Jornalismo 2° semestre

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  21. Para Rousseau, todo homem nasce bom, mas a sociedade o corrompia.
    Dessa forma o homem nasce livre, e se contraria por fatores de sua vaidade, oque em certo sentido se refere a preocupação com o mundo de aparência e orgulho, em busca de stato. e acreditava em uma sociedade ideal.
    Ele era um importante teórico politico, falava também que a sociedade tinha um pacto social aonde se organizavam.

    Caio Vinicius Silva O. Preto, N08. 2 Sem. Publicidade e Propaganda

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  22. FELIPE WILLIAM / Nº 64 / 2º SEM. PP

    Rousseau acreditava que o homem nascia livre e bom, mas a vida em sociedade iria corrompe-lo em algum momento, seja por suas necessidades ou seus desejos.
    Para haver justiça ele acreditava em uma lei em que fosse da vontade da maioria e não de pequenas partes dessa sociedade, favorecendo apenas alguns.

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  23. Paula Moraes - Nº 13 - 2º Semestre/Jornalismo

    Para Rousseau todos nascem bons, mas viver em sociedade gera algumas necessidades que corrompem o homem, sendo assim passa a agir em função destas necessidades. Ao renunciar a liberdade o homem acaba abrindo mão da qualidade que o define humano, impedido de agir. Para criar um novo homem e uma nova sociedade, é preciso educar quando criança de acordo com a natureza, desenvolver sentido e razão em relação a liberdade e a capacidade de julgar.

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  24. Julia Borges, nº9, 2º semestre jornalismo
    Para Rousseau todo homem nasce bom, porém quando queremos ter mais que os outros, ser melhor em diversos fatores, colocamos isso acima de qualquer coisa e algumas pessoas não hesitam em fazer atos ruins ou desumanos, que torna as pessoas serem más.
    Para uma melhora na sociedade, uma boa educação e um direcionamento correto durante a infância leva a ter mais pessoas boas.

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  25. Vitoria Beatriz nº 50 / 2° semestre de PP

    Para Rousseau, o homem nascia bom mas a sociedade o corrompia. Da mesma forma que nascemos livres e somos criados a base de medos que nos tiram toda a sensação de liberdade.
    Rosseau acreditava no contrato social, em que a soberania da sociedade prevaleceria, a soberania politica da vontade coletiva.
    O bem-estar seria o unico mogelndas ações humanas, contando com a assistencia de seus semelhantes. A questão da igualdade prevaleceria em todos.

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  26. Na teoria de Rousseau o homem sempre nasceu bem, mas a sociedade o corrompia, quanto mais ele queria isso fazia "mal".
    E para termos uma sociedade melhor teríamos que educar nossas crianças desde cedo, desenvolvendo o sentido de julgar o que é certo ou errado.
    Larissa Forchetto N23/ 2 semeste Cinema

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  27. Dizia Rousseau: “A instrução das crianças é um ofício em que é necessário saber perder tempo, a fim de ganhá-lo”;
    “Que a criança corra, se divirta, caia cem vezes por dia, tanto melhor, aprenderá mais cedo a se levantar”
    “Que se destine o jovem para a espada, para a Igreja, para advocacia, pouco importa. Antes da vocação dos pais, a natureza o chama para a vida. Viver é o ofício que eu lhe quero ensinar”.

    Pois, ele acreditava na bondade das crianças ainda não influenciadas por nenhuma maldade ou pensamento do mundo adulto, pois todos os homens, na infância são bons, e são corrompidos com o passar dos anos... Somente aqueles que são instruídos desde cedo, aprendendo a discernir certo e errado poderiam ser dignos da bondade enquanto adultos também.

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  28. O problema da ideia de Rousseau na era contemporânea, é que o individualismo é muito mais infiltrado que o coletivismo. Isso porque, quando se fala em interesses coletivos há sempre um interesse individual por trás, uma dissimulação de ideal coletivo, somente a favor do próprio interesse.
    Um dos fatores que agravam essa situação, é justamente o incentivo da competição e do "status". A sociedade acha muito bonito quem trabalha em prol alheio mas continua com o ideal que é preciso sempre estar em primeiro. Isso dificulta uma discussão a fim de promover soluções para todos os problemas sociais, para vivermos em coletividade. Hoje, especialmente no Brasil, se você quer lutar por um coletivo de fato, você já chamado de comunista e "esquerdopata". E porque há essa rejeição? Porque há todo um paradigma em que o "eu" vem antes de "nós" (característica capitalista, cada um por si).
    Por isso, creio que os seres humanos realmente não nascem maus, mas nascem com ambos os lados dentro de si. E a sociedade que incentiva um desses lados e dependendo da quantidade de influência recebida por cada indivíduo, ele pende para um lado.


    Aparecida Rocha de Aquino, número 03.
    2º semestre de Jornalismo - Ceunsp

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    1. Natalia Oliveira Pereira, Nº70. PP19 de novembro de 2015 04:43

      Natalia Oliveira Pereira , Nº 70, 2º semestre PP.

      Defende a idéia de que o ser humano nasce bom, porém a sociedade o conduz a degeneração. Afirma também que a sociedade funciona como um pacto social, onde os indivíduos, organizados em sociedade, concedem alguns direitos ao Estado em troca de proteção e organização.

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  29. Thaís Rodrigues Maranzano Nº48, II Semestre PP.

    A principal obra de Rousseau foi O contrato Social, onde advogava que a sociedade e o Estado nascem segundo entre as diversas pessoas, com beneficio de seus interesses comuns. O poder do soberano é do próprio povo. Rousseau assumia, dessa forma, o papel critico da ordem burguesa, antes mesmo que ela se estruturasse definitivamente na França. Sua filosofia, suas idéias, seus pensamentos serão forte argumento de sustentação para a revolução Francesa.

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  31. Segundo Jacques Rousseau, nós nascemos livres mas que isso no decorrer da vida pode alterar, e podemos tomar atitudes diferentes, decorrentes de fatores como nossa própria vaidade, o que faz com que o individuo se torne escravo de suas necessidades e daqueles que o rodeiam. Para ele deveria prevalecer a soberania política da vontade coletiva, o que manteria a segurança e o bem-estar da vida em sociedade (contrato social).

    Eliana Pinheiro da Silva Nº 15 - 2º Semestre de PP.

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  32. Rousseau faz valer os direitos do indivíduo na infância e na juventude e impulsiona inovações pedagógicas. Só depois de Rousseau tirar a máscara da sociedade no contexto da educação e ‘pôr a nu’ estes direitos, é que se ‘descobre’ realmente o que é ser criança e ser jovem (o futuro homem/mulher), tal como o iluminismo descobriu nos ‘nobres selvagens’ dos ‘povos naturais’, a imagem oposta, às vezes transfigurada, da civilização.
    Rousseau é apologista da necessidade da experiência direta na aquisição do conhecimento, da simplicidade e da intuição no lugar da intelectualidade pois a inexperiência leva o homem à perdição. Para o ‘filósofo dos paradoxos’ quando o homem se esquece de si e cai na civilização desenfreada, degradam-se os seus costumes, perde a liberdade (conceito que começa a existir a partir do momento em que o homem entra na sociedade civil) e a desigualdade atinge uma exacerbação tal que leva à existência de escravos e senhores na mesma sociedade. Desta forma, o Emílio surge como um ‘grito’ contra as estruturas de aparências do mundo civilizado. O homem natural deve prestar atenção aos seus instintos naturais para saber lidar com eles e para isso é necessário que seja educado longe do mundo para que, mais tarde, possa atuar nesse mundo mas com consciência, porque ainda que digam “…que a consciência é obra dos preconceitos; no entanto, sei por minha experiência que ela se obstina em seguir a ordem da natureza contra todas as leis dos homens”[6]. É a consciência que nos dita as regras e não as leis dos homens. Estas vêm depois. As leis do homem podem até existir mas se a consciência de cada um não ‘aconselhar’ uma boa utilização dessas leis, de nada serve ao homem ditá-las.

    Jean Marcos Nicacio Nº 25 - 2º Semestre de PP.

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  33. Segundo Rousseau, para preservar a liberdade natural do homem e, ao mesmo tempo garantir a segurança e o bem-estar da vida em sociedade, só seria possível através de um contrato social, por meio do qual prevaleceria a soberania da sociedade, a soberania política da vontade coletiva.ste pensador acreditava que seria preciso instituir a justiça e a paz para submeter igualmente o poderoso e o fraco, buscando a concórdia eterna entre as pessoas que viviam em sociedade. Um ponto fundamental em sua obra está na afirmação de que a propriedade privada seria a origem da desigualdade entre os homens

    Oscar Carriel, 59

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  34. RAFAEL DALMOLIN DE FREITAS -39 - 2 SEMESTRE PP.

    Segundo Rousseau, todos nós nascemos livres e também bons, mas com o passar do tempo e da vida somos levados a tomar atitudes erradas e assim nos corrompemos, nos tornando escravos de nós mesmos. Rousseau propôs para solucionar esse problema que deveria prevalecer a soberania politica da vontade coletiva, sendo então uma opção para manter a segurança na sociedade e o bem estar da mesma.

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  35. Mateus Storti (nº 10 - Jornalismo)19 de novembro de 2015 14:44

    Penso que seria mais oportuno começar com a frase: Pensar o passado para compreender o presente e idealizar o futuro.

    E acho que esse poderia ser um olhar interessante acerca do pensamento de Jean-Jacques Rousseau nesta obra. Percebeu ele que o homem nasce livre, nasce 'puro', e a sociedade que o molda, e pior, o já destina em certas ocasiões a um fardo que não passaria nem perto de uma suposta liberdade. Moldado, escravo incondicional de uma situação que o rodeia, as aparências importam muito mais. O homem, num paradoxo, torna-se assim em sua essência, menos com o ter cada vez mais.


    O como então o homem poderia ser soberano em si mesmo, e coletivamente, solidário e equitativo?


    Rousseau propôs a partir daí um 'contrato social', onde o bem comum (o bem estar da sociedade como um todo) prevaleceria, juntamente com a política. Com este bem comum, ao seu ver, como sendo o combustível potente para as ações humanas e sua comunidade.

    Alguns problemas, claro, poderiam surgir, principalmente relacionado ao poder (ao ego) de cada indivíduo. O cerne do contrato está aqui: a igualdade de todos, perante tudo.

    Se por um lado a vontade individual diria respeito à vontade particular, a vontade do cidadão (daquele que vive em sociedade e tem consciência disso) deveria ser coletiva, deveria haver um interesse no bem comum.
    Este pensador acreditava que seria preciso instituir a justiça e a paz para submeter igualmente o poderoso e o fraco, buscando a concórdia eterna entre as pessoas que viviam em sociedade. (RIBEIRO, Paulo Silvino)

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  36. Elza Ribeiro - 2 sem. Jornalismo. Número 6, matrícula 103852. CEUNSP. Rosseau acreditava que o homem nascia um indivíduo livre e bom, e que a sociedade e suas escolhas o transformavam em alguém ruim e aprisionado pelos paradigmas impostos pela sociedade, e hoje muitas vezes ditado pela moda e imposto pelas mídias. A cada dia o ser humano em busca de aceitação social e conquistas financeiras se corrompe para conquista-la, além de se acorrentar cada vez mais, em detrimento de seus valores, princípios e família. E para preservar a liberdade natural do homem, Jean sugere um contrato social para banir a desigualdade social.

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  37. Giovanna Brito Bianchi N° 22 - 2° Semestre de Publicidade e Propaganda.


    Em minha percepção, para Rousseau o homem nasceria bom e livre, mas a sociedade o corromperia, de fato esse é um fator humano presente, ser corrompido pela sociedade na qual habita, e como um intelectual filósofo Jean diz "O indivíduo se tornaria escravo de suas necessidades e daqueles que o rodeiam, o que em certo sentido refere-se a uma preocupação constante com o mundo das aparências, do orgulho, da busca por reconhecimento e status", diretamente ligando os governantes da sociedade, ao homem em que nasce.
    O homem perdeu a liberdade original. Rousseau procura explicar o que torna essa mudança legítima. A ordem social é um direito sagrado que não existe na natureza e funda-se em convenções. A mais antiga das sociedades é a família, segundo ele. No Estado, o governante não ama o povo, mas tem prazer em governar. Na qual surge a frase, alguns nascem para governar, outros para serem governados.
    E assim, para acabar com a desigualdade social entre os homens, ele cria o contrato social, para de vez preservar a liberdade natural do homem.

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  38. Caroline Melo N° 62 - 2° Semestre de Publicidade e Propaganda.

    Para Rousseau, ceder a força não é um dever. A desigualdade surge com a força, que é transformada em direito. Somos obrigados a obedecer as potências legítimas. É da relação das coisas e não das relações pessoais que nasce o estado de guerra. A guerra é uma relação entre os estados e não uma relação entre os homens. Rousseau analisa o direito de conquista, que vem da lei do mais forte. Ele fala que a verdadeira democracia é impraticável. O interesse privado não deve se sobrepor ao interesse geral. Existem muitas dificuldades nessa forma de governo, que é a mais suscetível às guerras civis.

    Os homens para se conservarem, se agregam e formam um conjunto de forças com único objetivo. Assim, não se corrompendo a sua atual sociedade.

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  39. Alex Aparecido da Silva de Oliveira n° 02 - 2º Semestre de Publicidade e Propaganda.

    Para Rousseau, o homem nascia bom mas a sociedade que o corrompia.
    Ele afirmava que a liberdade natural do homem, seu bem estar e sua segurança seriam preservados através de um contrato social onde todos devem obedecer o que ficou deliberado por todos, não somente por uma maioria.

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  40. Rousseau acredita que há um caminho que pode reconduzir o indivíduo a sua antiga bondade. Ele crê que a carência de igualdade na personalidade humana é algo que integra sua natureza; já a desigualdade social deve ser eliminada, pois priva o Homem do exercício da liberdade, substituindo esta prática pela devoção aos aspectos exteriores e às normas de etiqueta. Também defende a formação do homem natural no seu lar, junto aos familiares, por constituir um ser integral voltando para si mesmo, que vive de forma absoluta.

    Munick Rodrigues n 12, 2 Semestre Jornalismo

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  41. Jonathas Felipe de Oliveira - 2º Semestre de Publicidade e Propaganda (Ceunsp)

    Jean Jacques Rousseau foi um importante intelectual do século XVIII ele acredita que o ser humano nasceria bom, mas a sociedade o corromperia. Da mesma forma, o homem nasceria livre, mas por toda parte se encontraria preso por diversas coisas entre eles sua própria vaidade, e se tornaria escravo de suas necessidades. Mesmo com todas essas coisas ainda acreditava que poderia existir uma sociedade ideal.

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  42. Ricardo Alves Praxedes N°44 Rgm°104204 P.P
    Rousseau acreditava que o homem nascia bom mas que a sociedade o corrompia, e com o decorrer da sua vida somos levados a tomar atitudes que nos corrompem, o que faria com que fiquemos escravos das nossas próprias necessidades.
    Ele acreditava que deveria prevalecer a vontade politica da maioria e que manteria a liberdade seu bem estar e segurança.

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  43. Camila Zanibão nº09 P.P
    Jean Jacques Rousseau foi um importante intelectual do século XVIII, que acreditava que o ser humano nasceria bom, mas que a sociedade o corromperia. O homem também nasceria livre, porém se encontraria preso por diversas coisas entre elas sua própria vaidade.

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  44. Gabriel Gregório Vanin / nº04 RTV 2ºSem / RGM:101426
    Rousseau, grande filosofo, politico, escritor e compositor suiço, acreditava que o homem nascia livre e bom, mas a sociedade o corrompia. Para ele seria preciso educar a criança de acordo com a Natureza, desenvolvendo progressivamente seus sentidos e a razão com vistas à liberdade e à capacidade de julgar,
    Pensando pelo mesmo pensamento de Rousseau, tem muito sentido. AS pessoas nascem boas, porém durante a vida a sociedade incentiva a influência de um lado bom ou ruim.

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  45. Thayná Cristina dos Santos Quintão, 49. - P.P 2º Semestre.

    Rousseau acreditava que o homem nascia livre e puro, porém a sociedade o corrompia. Ele acreditava que deveria prevalecer a vontade da maioria, ele criou pacto legítimo na alienação total da vontade privada como condição de igualdade entre a maioria.

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  46. Nome: Jennifer de Oliveira, n° 06 - Rádio e TV / 2° Semestre
    Rousseau foi um grande intelectual, sua forma de pensar era referente a uma sociedade ideal. Nós seres humanos nascemos de forma e aprendemos com o mundo todas as coisas erradas que a vida pode nos ensinar e é a partir dai que mostramos como viver uns diante dos outros. O que em certo sentido refere-se a uma preocupação constante com o mundo das aparências, do orgulho, da busca por reconhecimento e status. Porem segundo Rousseau pode-se mudar isto através de um contrato social onde o que prevalece é a soberana vontade coletiva em sociedade.

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  47. Fernanda Cristina Araujo da Silva, N°:19, 2° semestre PP.

    Rousseau, afirmava que o homem nascia bom e livre, mas conforme o tempo a sociedade deixava o corrompido com vaidades, e assim se tornando escravo de suas necessidades, as mesmas que a sociedade julga ser importante. E para que essa alineação tivesse um termino, Rousseau deu a sugestão que o povo votasse coletivamente, ai iria acabar a monarquia.

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  48. Thais Lima de Assunção, nº73 - 2º semestre de PP

    Rousseau defendia a ideia de que toda pessoa nascia boa e pura, porém com o passar do tempo e através de influências da sociedade, se corrompiam e mudavam suas atitudes. Ele acreditava também que a coletividade da sociedade prevaleceria.

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  50. Para Rousseau, todas as pessoas nascem "puras", mas com o tempo a sociedade as corrompe e destruía essa "pureza". Para ele, é importante educar as crianças, sem pressa, educá-las de forma correta e boa para que não sejam corrompidas pela sociedade que corrompe o homem de sua bondade.
    Bruno César - nº 46 - 2º semestre Cinema -

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  51. Ana Caroline de Santana, nº 60- 2º semestre de PP

    Para Rousseau o homem nasceria bom e livre, mas a sociedade o corromperia e em toda parte se encontraria acorrentado pela própria vaidade, o que faz com que o individuo se torne escravo de suas necessidades e daqueles que o rodeiam. E para solucionar tal problema, Rousseau propôs que deveria prevalecer a soberania política da vontade coletiva, o que seria uma opção para manter a segurança e o bem-estar da vida em uma sociedade.

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  52. Camila da Silva Ferreira, nº47 - 2ºsemestre Cinema
    De acordo com Rosseau, os humanos nascem totalmente puros, sem maldade ou algum tipo senso comum. E por esse motivo, cabe a boa educação, com calma, dedicação e muito cuidado dos responsáveis, que esse ser puro não se influêncie pela maldade da sociedade em que vive.

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  54. Églis Jenifer de Melo / 076596 / Publicidade e Propaganda / DP presencial.

    Para Rosseau o homem é manipulado pela sociedade no decorrer da sua evolução, sendo assim ele se torna escravo de mundo de fantasias e ilusões, cria uma especie de Universo paralelo para viver um conto de fadas.

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  55. Gabriel Lima Matera - 101775 - Cinema (2° semestre).

    Rosseau dizia e acreditava que quando criança, nascemos puros e ingênuos, sem maldade nenhuma e quando crescemos, comecemos o mundo e somos corrompidos por ele e nos tornamos escravos da sociedade.
    Ele dizia também que o rico tinha que ficar menos rico para o pobre ficar menos pobre. Esse pensamento se fosse seguido, iria acabar com a desigualdade social, onde o rico manda e o pobre obedece

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  56. Renata Priscilla T. Ferreira, nº 37 - 2º Semestre cinema

    Rosseau tem uma idéia de uma sociedade qual todos possuam um interesse comum, assim as pessoas colocariam um bem comum a todos antes de seus interesses particulares. Ele afirma que todos nascem com esta idéia, mas que são corrompidos pela sociedade com o tempo, portanto sugere uma estrutura/contrato que organize/firme que estas pessoas ainda tenham a noção do bem comum e se voltem para seu estado natureza.
    Entretanto é preciso questionar que talvez essa ideia contradiz a pessoa humana que nasce com desejos, sonhos e vontades e que esta forma de sociedade não apresentasse muito progresso.
    Um ponto ideal podería ser esta idéia de sociedade surgir pela espontânea vontade de cada pessoa que acredita que o bem de todos é maior que o seu único bem própio e não por um padrão já estipulado, pois desta forma estaríamos apenas acorrentados a um contrato e não sendo pessoas livres.

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  57. José Henrique Souza n: 29 - Publicidade e Propaganda 2º Semestre

    Para Rousseau o homem nascia livre e puro, porém a sociedade o corrompia. Ele acreditava que deveria prevalecer a vontade dos demais, da maioria. Fundou o pacto legítimo na alienação total da vontade privada como condição de igualdade entre o consenso da maioria.

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  58. Isabela C. Leal Fernandes n. 15 - Cinema - 2 semestre

    Segundo Rousseau o homem nasce livre, mas se tona escravo das suas necessidades por conta do mundo das aparências. O caus teria vindo da desigualdade, tonando os homens maus ao longo de sua vida.
    A solução para Rousseau, indo contra a ideia do Poder Absolutista, seria um contrato social, ondo o povo elaboraria e cumpriria as leis. Isso seria um ato de liberdade e valoriza a democracia. Dessa forma faz com que o povo seja soberano ao rei.

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  59. No pensamento de Rousseau o homem nasce puro e livre, mais no momento em que já nasce ele já vira escravo da sociedade em que vive e dos seus desejos e interesses, assim lutando para poder ter suas vontades realizadas, mesmo se tiver que passar por cima ou não concordar com opiniões diferentes. E para ele, um contrato de social entre todos fazendo com que todos tenham os mesmos objetivos e desejos faria com que não existisse tanta diferença entre eles e tendo menos conflitos, assim todos lutando e respeitando as mesmas leis.

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  60. Filipe M. D. Lacerda N 03 - Rádio e Tv - 2 Semestre


    Rousseau foi um visionario querendo colocar em pratica um tipo de socialismo utopico que queria que todos vivessem em igualdade mas sem abrir mão da propriedade privada. Não deu certo (assim como qualquer outro tipo de socialismo), mas serviu como influencia e debate apara outros pensadores posteriores a ele.

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  61. Gislaine Delconte N°20- Rádio e TV- 2° Semeste.

    Para Rousseau o homem nasceria bom, mas a sociedade o corromperia, também o homem nasceria livre, mas por toda parte se encontraria acorrentado por fatores como sua própria vaidade, fruto da corrupção do coração. O indivíduo se tornaria escravo de suas necessidades e daqueles que o rodeiam, o que em certo sentido refere-se a uma preocupação constante com o mundo das aparências, do orgulho, da busca por reconhecimento e status.Além dos seus estudos políticos, romances e ensaios sobre educação, religião e literatura. Sua obra principal é Do Contrato Social. Nesta obra, defende a idéia de que o ser humano nasce bom, porém a sociedade o conduz a degeneração. Afirma também que a sociedade funciona como um pacto social, onde os indivíduos, organizados em sociedade, concedem alguns direitos ao Estado em troca de proteção e organização.Este pensador acreditava que seria preciso instituir a justiça e a paz para submeter igualmente o poderoso e o fraco, buscando a concórdia eterna entre as pessoas que viviam em sociedade.

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    1. Para Rousseau, o homem nasceria bom, mas a sociedade o corromperia, ou seja, maus hábitos.
      O indivíduo se tornaria escravo de suas necessidades e daqueles que o rodeiam, têm preocupação constante com o mundo das aparências, do orgulho, da busca por reconhecimento e status, mesmo com tudo isso, acreditava que seria possível se pensar numa sociedade ideal.
      Acreditava que por meio de um contrato social seria possível estabelecer uma ordem entre conservação da sociedade e ao mesmo tempo liberdade do homem.

      Isabela Freitas de Camargo Ferraz nº 5 RTV 2º sem.

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  62. Fernanda Fazza N°19 RTV

    Para Rousseau, o homem nasceria bom, mas a sociedade o corromperia por toda parte se encontraria acorrentado por fatores como sua própria vaidade, o que faz com que fiquemos escravos de nossas próprias necessidades. Nisso, seu carácter e a sua personalidade seria induzidas, onde quando nasceu era algo puro. Então ele cita, para tentar fugir disso de todas as formas possível, mesmo assim , acreditava que seria possível se pensar numa sociedade ideal.

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  63. Fernanda Fazza N°19 RTV

    Para Rousseau, o homem nasceria bom, mas a sociedade o corromperia por toda parte se encontraria acorrentado por fatores como sua própria vaidade, o que faz com que fiquemos escravos de nossas próprias necessidades. Nisso, seu carácter e a sua personalidade seria induzidas, onde quando nasceu era algo puro. Então ele cita, para tentar fugir disso de todas as formas possível, mesmo assim , acreditava que seria possível se pensar numa sociedade ideal.

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  64. Gabriel de Souza Benedetti - Cinema e Audiovisual - n°12

    Concordo com Locke em relação a propriedade privada: ela é a grande propagadora da desigualdade social. Como todo fator histórico, a ideia de propriedade privada é difícil de ser questionada e repensada, porém, de qualquer forma, se as pessoas tomarem consciência da problemática envolvida, as coisas podem começar a mudar. A limitação das propriedades privadas (como propunha Rousseau), ou mesmo a sua extinção ( nos meios de produção, como propunha Marx) são necessárias para uma sociedade mais justa.

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  65. Jean Jacques Rousseau nós diz que nós nascemos livres e bons e que a sociedade corrompe o homem. O poder soberano é do povo e não a de um único ser que quer comandar sua vontade sobre o povo e isso traz a tona o lado mau do homem e para que isso não aconteça precisamos de uma politica soberana de vontade coletiva onde atenda a vontade de todos e que a opinião de todos seja ouvida, ou seja, um contrato social.

    Robson Cardoso - nº15 - 6º Semestre de Rádio e Tv.

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    1. Comentário válido apenas para a disciplina de Ciência Política.

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    2. Comentário válido apenas para a disciplina de Ciência Política.

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  66. Segundo Rousseau, nós nascemos livres e sem preconceitos, porém, a sociedade na qual somos inseridos molda a nossa personalidade, o que leva o homem a ser corrompido. O poder deve ser do povo, e não apenas de uma pessoa, pois isso pode levar a sociedade ao seu lado mau. Para que não haja abuso do poder, nós devemos fazer um contrato social, onde a vontade coletiva prevaleça a vontade de uma única pessoa.

    Mikael C. Nogueira - nº54
    2º semestre de Cinema

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  67. Jorge Henrique Bagneti - nº 07
    2º Semestre de RTVi.

    Para Rouseeau, o ser humano é concebido em pureza, mas é
    corrompido pelo contexto social em que participa durante sua
    vida. O filósofo tenta trazer orgulho ao homem pobre, atribuindo
    todas suas mazelas a terceiros. É quase como a dita
    "Responsabilidade Social", que força o altruísmo a classe
    empresarial, sendo que responsabilidade implica
    "responsabilização", tal como aquele que é "responsabilizado"
    (demandado) civil ou penalmente, tratando-se, portando, de uma
    imputação de culpa.

    "Salmos 51:5
    Reconheço que sou pecador desde o meu nascimento. Sim, desde que
    me concebeu minha mãe."

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  68. Lucas Guimarães / N°67 / 2° Semestre P.P.

    Rousseau foi importante intelectual que organizador da sociedade civil. Para ele o homem nascia puro mas se corrompia ao passar do tempo, se tornando escravo do seu próprio eu, mas mesmo assim acreditou em uma sociedade ideal. Para que isso acontecesse seria necessário um acordo social, pensando também na liberdade natural, e deveria ser de comum acordo entre todos e a partir disto ser instituído leis que serão seguidas.

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  69. Rousseau diz que todos nós seres humanos, nascemos bons e livres, mas com o passar do tempo mudamos não para agradarmos nós mesmos e sim a sociedade e assim corrompendo nossa personalidade e para ele o poder deve ser de todos e não só de uma pessoa

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    1. Bruna maria de Souza Silva
      2 semestre de cinema
      N 45

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  70. Para Rousseau, as pessoas nasce livres e sem maldade, o que é a realidade, e com o tempo, as pessoas vão mudando, mudam de interesse, passam a pensar e querer apenas o seu melhor, é o amor próprio em primeiro lugar, cada um busca o seu sucesso, ninguém pensa de forma coletiva, os pensamentos são individualistas, mas todos vivemos em uma coletividade, não se vive sozinho.

    Maria Victoria Alves do N. Souza, Nº69 - 2º Sem. de Publicidade e Propaganda

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  71. Para Rousseau, as pessoas nascem livres de preconceitos, porém as pessoas em conjunto a sociedade acabam corrompendo o homem, e por meio de um contrato social ele (Rousseau) tenta criar uma sociedade ideal e igual para todos.

    Gabriel Gomes de Campos - n 13
    2 Semestre de Cinema e Audiovisual

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